Líbia declara cessar-fogo
As forças militares de Khadafi continuaram os ataques na cidade de Misurata mesmo após o Governo líbio anunciar hoje a suspensão das operações militares no país contra os opositores do regime de Muammar Kadhafi.
O anúncio do ministro dos Negócios Estrangeiros surgiu na sequência da resolução do Conselho de Segurança da ONU, aprovado na quinta-feira passada, que autoriza “todas as medidas necessárias” para proteger os civis e impor um cessar-fogo.
O governo de Tripoli “decidiu observar imediatamente um cessar-fogo e pôr fim a todas as operações militares”, disse Koussa numa conferência de imprensa em Tripoli.
O ministro disse ainda que, enquanto membro das Nações Unidas, o seu país se vê “obrigado a acatar a resolução do Conselho de Segurança”.
Apesar disso, Koussa critica a resolução por autorizar o recurso à força militar contra o regime de Kadhafi, uma “violação da soberania da Líbia”, reforçou ainda.
O Conselho de Segurança da ONU votou, na quinta-feira passada, a favor de um recurso à força contra as tropas de Kadhafi, abrindo caminho a ataques aéreos sobre a Líbia.
A resolução adoptada pelo Conselho, com a abstenção de cinco países, autoriza “todas as medidas necessárias” para proteger os civis e impor um cessar-fogo às forças do regime de Kadhafi.
Desde 15 de Fevereiro que o líder líbio, Muammar Kadhafi, enfrenta uma rebelião sem precedentes que tenta afastá-lo do lugar de chefe de Governo, que ocupa há 42 anos.
As forças militares de Khadafi continuaram os ataques na cidade de Misurata mesmo após o Governo líbio anunciar hoje a suspensão das operações militares no país contra os opositores do regime de Muammar Kadhafi.
O anúncio do ministro dos Negócios Estrangeiros surgiu na sequência da resolução do Conselho de Segurança da ONU, aprovado na quinta-feira passada, que autoriza “todas as medidas necessárias” para proteger os civis e impor um cessar-fogo.
O governo de Tripoli “decidiu observar imediatamente um cessar-fogo e pôr fim a todas as operações militares”, disse Koussa numa conferência de imprensa em Tripoli.
O ministro disse ainda que, enquanto membro das Nações Unidas, o seu país se vê “obrigado a acatar a resolução do Conselho de Segurança”.
Apesar disso, Koussa critica a resolução por autorizar o recurso à força militar contra o regime de Kadhafi, uma “violação da soberania da Líbia”, reforçou ainda.
O Conselho de Segurança da ONU votou, na quinta-feira passada, a favor de um recurso à força contra as tropas de Kadhafi, abrindo caminho a ataques aéreos sobre a Líbia.
A resolução adoptada pelo Conselho, com a abstenção de cinco países, autoriza “todas as medidas necessárias” para proteger os civis e impor um cessar-fogo às forças do regime de Kadhafi.
Desde 15 de Fevereiro que o líder líbio, Muammar Kadhafi, enfrenta uma rebelião sem precedentes que tenta afastá-lo do lugar de chefe de Governo, que ocupa há 42 anos.
| Suhaib Salem/Reuters |
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