Sócrates diz-se indisponível para governar com o FMI
O primeiro-ministro, José Sócrates, revelou hoje não se encontrar disponível para governar com o auxílio do Fundo Monetário Interncional (FMI) e reafirmou que Portugal não necessita de ajuda externa.
José Sócrates declarou que “essa ajuda necessita de um programa e de um contrato, que é assinado com as instituições europeias e também com FMI. Não estou disponível para isso”.
À margem de um discurso na apresentação da moção de recandidatura como secretário-geral do PS, no Porto, Sócrates sentiu a necessidade de se demarcar de Pedro Passos Coelho, que, segundo o próprio primeiro-ministro, está pronto para governar com o FMI em Portugal.
“O que está na cabeça deles é cumprir a sua agenda liberal, justificando-a com o FMI”, recordou José Sócrates, fazendo alusão à revisão constitucional que o PSD propôs.
Para terminar, o primeiro-ministro, afirmou que Portugal “está a cumprir fielmente o orçamento”.
O primeiro-ministro, José Sócrates, revelou hoje não se encontrar disponível para governar com o auxílio do Fundo Monetário Interncional (FMI) e reafirmou que Portugal não necessita de ajuda externa.
José Sócrates declarou que “essa ajuda necessita de um programa e de um contrato, que é assinado com as instituições europeias e também com FMI. Não estou disponível para isso”.
À margem de um discurso na apresentação da moção de recandidatura como secretário-geral do PS, no Porto, Sócrates sentiu a necessidade de se demarcar de Pedro Passos Coelho, que, segundo o próprio primeiro-ministro, está pronto para governar com o FMI em Portugal.
“O que está na cabeça deles é cumprir a sua agenda liberal, justificando-a com o FMI”, recordou José Sócrates, fazendo alusão à revisão constitucional que o PSD propôs.
Para terminar, o primeiro-ministro, afirmou que Portugal “está a cumprir fielmente o orçamento”.
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