PEC: Governo recusa acusações do PSD
O Governo acusa o PSD de ter recorrido a mentiras para justificar a crise política que está a provocar com a sua recusa em viabilizar as medidas contidas no mais recente Programa de Estabilidade e Crescimento.
“O PSD, hoje de manhã, tentou, de uma vez só, arranjar três argumentos falsos para, mais uma vez, darmos passos no sentido de uma crise política. Mas o país não precisa de uma crise política”, afirmou João Tiago Silveira, secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, na conferência de imprensa convocada para a residência oficial do primeiro-ministro.
É a reacção à comunicação feita esta manhã pela vice-presidente social-democrata Paula Teixeira da Cruz, que por sua vez reagia à notícia hoje veiculada pelo semanário “Expresso”, segundo a qual o Governo se terá comprometido com Bruxelas e com o Banco Central Europeu com a concretização das novas medidas de austeridade, antes de estas serem anunciadas aos portugueses.
“O país, neste momento, precisa que lutemos com todas as nossas forças contra uma intervenção externa em Portugal. Porque essa intervenção externa significa mais sacrifícios, significa que o 13º e o 14º mês podem estar em risco, significa despedimentos na função pública. É contra isso que nós temos que lutar e para lutar precisamos de diálogo e de negociação. O Governo aqui está, disponível para negociar e para acordar com o PSD aquilo que possa vir a ser um PEC que todos possamos aceitar e votar”, reafirmou o secretário de Estado.
João Tiago Silveira explicou que “a carta que o primeiro-ministro escreveu aos presidentes da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu mostra que o PEC precisa de ser ainda finalizado. Dizer o contrário é falso”. E frisou que o documento “ainda não está acabado, segue o caminho para ser apreciado pelo Governo, pela Assembleia da República e pelos partidos da oposição”.
“A carta não corresponde ao compromisso de não mudar as medidas das linhas de orientação do PEC. As instituições europeias sabem que pode ser sujeito a alterações e estão até interessadas nisso, porque será um factor acrescido de estabilidade”, sublinhou.
O secretário de Estado negou ainda que Portugal tenha feito já qualquer pedido de ajuda externa.
O jornal “Expresso” avança que José Sócrates se comprometeu pessoalmente e por escrito, junto de Bruxelas e do BCE, um dia antes de as medidas terem sido divulgadas em Portugal, a 11 de Março.
Em documentos distribuídos aos jornalistas, João Tiago Silveira apontou que o email enviado ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, seguiu na manhã de dia 11 de Março, depois de começar a conferência de imprensa do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.
O secretário de Estado indicou ainda que a nota de imprensa conjunta da Comissão e do Banco Central só foi emitida no dia 11.
De manhã, Paula Teixeira da Cruz, vice-presidente do PSD, acusou o Governo de ter voltado a enganar os portugueses e os outros partidos ao comprometer-se com as instâncias europeias com medidas que escondeu ao país e que representam mais sacrifícios.
O Governo acusa o PSD de ter recorrido a mentiras para justificar a crise política que está a provocar com a sua recusa em viabilizar as medidas contidas no mais recente Programa de Estabilidade e Crescimento.
“O PSD, hoje de manhã, tentou, de uma vez só, arranjar três argumentos falsos para, mais uma vez, darmos passos no sentido de uma crise política. Mas o país não precisa de uma crise política”, afirmou João Tiago Silveira, secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, na conferência de imprensa convocada para a residência oficial do primeiro-ministro.
É a reacção à comunicação feita esta manhã pela vice-presidente social-democrata Paula Teixeira da Cruz, que por sua vez reagia à notícia hoje veiculada pelo semanário “Expresso”, segundo a qual o Governo se terá comprometido com Bruxelas e com o Banco Central Europeu com a concretização das novas medidas de austeridade, antes de estas serem anunciadas aos portugueses.
“O país, neste momento, precisa que lutemos com todas as nossas forças contra uma intervenção externa em Portugal. Porque essa intervenção externa significa mais sacrifícios, significa que o 13º e o 14º mês podem estar em risco, significa despedimentos na função pública. É contra isso que nós temos que lutar e para lutar precisamos de diálogo e de negociação. O Governo aqui está, disponível para negociar e para acordar com o PSD aquilo que possa vir a ser um PEC que todos possamos aceitar e votar”, reafirmou o secretário de Estado.
João Tiago Silveira explicou que “a carta que o primeiro-ministro escreveu aos presidentes da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu mostra que o PEC precisa de ser ainda finalizado. Dizer o contrário é falso”. E frisou que o documento “ainda não está acabado, segue o caminho para ser apreciado pelo Governo, pela Assembleia da República e pelos partidos da oposição”.
“A carta não corresponde ao compromisso de não mudar as medidas das linhas de orientação do PEC. As instituições europeias sabem que pode ser sujeito a alterações e estão até interessadas nisso, porque será um factor acrescido de estabilidade”, sublinhou.
O secretário de Estado negou ainda que Portugal tenha feito já qualquer pedido de ajuda externa.
O jornal “Expresso” avança que José Sócrates se comprometeu pessoalmente e por escrito, junto de Bruxelas e do BCE, um dia antes de as medidas terem sido divulgadas em Portugal, a 11 de Março.
Em documentos distribuídos aos jornalistas, João Tiago Silveira apontou que o email enviado ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, seguiu na manhã de dia 11 de Março, depois de começar a conferência de imprensa do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.
O secretário de Estado indicou ainda que a nota de imprensa conjunta da Comissão e do Banco Central só foi emitida no dia 11.
De manhã, Paula Teixeira da Cruz, vice-presidente do PSD, acusou o Governo de ter voltado a enganar os portugueses e os outros partidos ao comprometer-se com as instâncias europeias com medidas que escondeu ao país e que representam mais sacrifícios.
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