Jornalistas americanos e britânicos expulsos do Iémen
A polícia do Iémen invadiu esta segunda-feira um apartamento onde moravam quatro jovens jornalistas, colaboradores do Wall Street Journal, da revista Time, dos jornais Los Angeles Times e do Washington Post. Os freelancers foram detidos e expulsos do país, por alegadamente terem entrado no país com visto de estudante.
A detenção acontece na sequência das tentativas do Governo iemenita de controlar a cobertura das manifestações contra o Presidente Ali Abdullah Saleh.
Os jornalistas, britânicos e americanos, estavam à cerca de três semanas a fazer uma cobertura exaustiva dos protestos anti-governo e já tinham divulgado um vídeo onde eram vítimas de violência.
Segundo o “The New York Times”, o sindicato de jornalistas do Iémen já recebeu alertas para mais de 50 casos de detenções, ameaças telefónicas e ataques físicos a profissionais que se encontram a fazer a cobertura da revolta dos iemenitas contra o Presidente Saleh e o seu Governo.
A polícia apreendeu os passaportes e telemóveis dos jovens freelancers e deteve-os várias horas. Foram escoltados por vários militares armados até ao aeroporto, após terem sido acompanhados ao apartamento em que moravam para recolher os seus pertences.
A revolta no Iémen contra o regime ditatorial de Saleh já provocou 30 mortos. Os protestos tiveram início em Janeiro mas só começaram a ganhar força no passado mês de Fevereiro. Aquele que é o país mais pobre do mundo árabe vive em ditadura há 32 anos.
A polícia do Iémen invadiu esta segunda-feira um apartamento onde moravam quatro jovens jornalistas, colaboradores do Wall Street Journal, da revista Time, dos jornais Los Angeles Times e do Washington Post. Os freelancers foram detidos e expulsos do país, por alegadamente terem entrado no país com visto de estudante.
A detenção acontece na sequência das tentativas do Governo iemenita de controlar a cobertura das manifestações contra o Presidente Ali Abdullah Saleh.
Os jornalistas, britânicos e americanos, estavam à cerca de três semanas a fazer uma cobertura exaustiva dos protestos anti-governo e já tinham divulgado um vídeo onde eram vítimas de violência.
Segundo o “The New York Times”, o sindicato de jornalistas do Iémen já recebeu alertas para mais de 50 casos de detenções, ameaças telefónicas e ataques físicos a profissionais que se encontram a fazer a cobertura da revolta dos iemenitas contra o Presidente Saleh e o seu Governo.
A polícia apreendeu os passaportes e telemóveis dos jovens freelancers e deteve-os várias horas. Foram escoltados por vários militares armados até ao aeroporto, após terem sido acompanhados ao apartamento em que moravam para recolher os seus pertences.
A revolta no Iémen contra o regime ditatorial de Saleh já provocou 30 mortos. Os protestos tiveram início em Janeiro mas só começaram a ganhar força no passado mês de Fevereiro. Aquele que é o país mais pobre do mundo árabe vive em ditadura há 32 anos.
| Khaled Abdullah/Reuters |
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