Jorge Lacão acusa PSD de incoerência
"Raciocínio do PSD é viciado por natureza"
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| Foto: Daniel Rocha (Público) |
O Ministro dos Assuntos Parlamentares falou hoje às 20h ao país, acusando o PSD de não criar condições necessárias para uma possível negociação sobre o PEC. Refere ainda que o Partido Social Democrata apresentou razões para "justificar a falta de justificação das suas atitudes".
Lacão quer que o PSD tenha alternativas e propostas, seguindo a mesma linha de José Sócrates. O primeiro-ministro tinha já desafiado o partido da oposição a apresentar melhores medidas, já que discorda das do Governo. O Ministro Jorge Lacão diz que as medidas que o Governo propõe apenas não têm sucesso nem geram consenso, pois resultam de um Governo sem maioria no Parlamento. Segundo o mesmo, o PSD teve até hoje inúmeras incoerências nos seus discursos. Quanto a acusações feitas ao Governo, o ministro recusa-as, dizendo que o défice previsto para 2010 foi cumprido e que a meta do crescimento económica foi ultrapassada. Afirma ainda que a execução orçamental tem sido muito boa, nos primeiros meses deste ano.
O líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, respondeu seguidamente às acusações de Jorge Lacão: "O Governo tirará as suas próprias conclusões acerca do caminho a que levou o país". Passos Coelho admite ainda que "o PSD não tem anunciado facilidades a ninguém" e que é necessário um novo Governo com um sentido mais abrangente e muito esforço por parte dos cidadãos.
Quanto à possibilidade de ajuda externa do FMI, o líder social-democrata refere que um próximo Governo estará na mesma posição dos futuros. Porém, Jorge Lacão acusa o PSD de atirar o país para a ajuda externa, dizendo que é o interesse nacional o mais importante.
Foram também revistos os valores de inflação (2,7 por cento) e o Governo admitiu uma queda do PIB em cerca de 0,9 por cento.
O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, terá anunciado também hoje uma conferência de líderes que fica agendada para amanhã, 3ª feira às 10:00. Esta conferência foi anunciada após entrega de propostas de actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) no Parlamento, por parte do Governo.
Como pontos desta conferência ficam, então, a prioridade de agendar e discutir a votação do PEC, na próxima 4ª feira.
Lacão quer que o PSD tenha alternativas e propostas, seguindo a mesma linha de José Sócrates. O primeiro-ministro tinha já desafiado o partido da oposição a apresentar melhores medidas, já que discorda das do Governo. O Ministro Jorge Lacão diz que as medidas que o Governo propõe apenas não têm sucesso nem geram consenso, pois resultam de um Governo sem maioria no Parlamento. Segundo o mesmo, o PSD teve até hoje inúmeras incoerências nos seus discursos. Quanto a acusações feitas ao Governo, o ministro recusa-as, dizendo que o défice previsto para 2010 foi cumprido e que a meta do crescimento económica foi ultrapassada. Afirma ainda que a execução orçamental tem sido muito boa, nos primeiros meses deste ano.
O líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, respondeu seguidamente às acusações de Jorge Lacão: "O Governo tirará as suas próprias conclusões acerca do caminho a que levou o país". Passos Coelho admite ainda que "o PSD não tem anunciado facilidades a ninguém" e que é necessário um novo Governo com um sentido mais abrangente e muito esforço por parte dos cidadãos.
Quanto à possibilidade de ajuda externa do FMI, o líder social-democrata refere que um próximo Governo estará na mesma posição dos futuros. Porém, Jorge Lacão acusa o PSD de atirar o país para a ajuda externa, dizendo que é o interesse nacional o mais importante.
Foram também revistos os valores de inflação (2,7 por cento) e o Governo admitiu uma queda do PIB em cerca de 0,9 por cento.
O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, terá anunciado também hoje uma conferência de líderes que fica agendada para amanhã, 3ª feira às 10:00. Esta conferência foi anunciada após entrega de propostas de actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) no Parlamento, por parte do Governo.
Como pontos desta conferência ficam, então, a prioridade de agendar e discutir a votação do PEC, na próxima 4ª feira.

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