Manifestação Geração à Rasca com elevada adesão
Cerca de 200 mil pessoas estiveram reunidas em Lisboa e mais 80 mil nas ruas do Porto. O protesto Geração à Rasca transformou o dia 12 de Março num desfile de protestos contra a precariedade.
A manifestação convocada a partir da Internet contou um número de manifestantes superior aquele que estava previsto. A PSP não confirma os números e contabiliza apenas 100 mil pessoas em Lisboa e 60 mil no Porto. Ainda assim, o número de manifestantes previsto é largamente ultrapassado.
Na capital, o início dos protestos deu-se em frente ao cinema São Jorge. A manifestação foi pacífica, mas pelas ruas gritaram-se palavras de ordem que exigiram a expulsão de ladrões de Portugal. Já no Porto, a grande afluência de pessoas obrigou ao desvio da sua direcção para a Avenida dos Aliados. A heterogeneidade de gerações que se verificaram em Coimbra, mostra que o descontentamento passa por todos. Poucos políticos foram vistos e até neo-nazis estiveram presentes.
Os professores aproveitaram este dia para se juntarem de forma independente, organizando um plenário no Campo Grande contra o Ministério da Educação.
Para além de Lisboa e do Porto, houve manifestações de menor dimensão em cidades como Braga e Faro, e até nas ilhas.
Cerca de 200 mil pessoas estiveram reunidas em Lisboa e mais 80 mil nas ruas do Porto. O protesto Geração à Rasca transformou o dia 12 de Março num desfile de protestos contra a precariedade.
A manifestação convocada a partir da Internet contou um número de manifestantes superior aquele que estava previsto. A PSP não confirma os números e contabiliza apenas 100 mil pessoas em Lisboa e 60 mil no Porto. Ainda assim, o número de manifestantes previsto é largamente ultrapassado.
Na capital, o início dos protestos deu-se em frente ao cinema São Jorge. A manifestação foi pacífica, mas pelas ruas gritaram-se palavras de ordem que exigiram a expulsão de ladrões de Portugal. Já no Porto, a grande afluência de pessoas obrigou ao desvio da sua direcção para a Avenida dos Aliados. A heterogeneidade de gerações que se verificaram em Coimbra, mostra que o descontentamento passa por todos. Poucos políticos foram vistos e até neo-nazis estiveram presentes.
Os professores aproveitaram este dia para se juntarem de forma independente, organizando um plenário no Campo Grande contra o Ministério da Educação.
Para além de Lisboa e do Porto, houve manifestações de menor dimensão em cidades como Braga e Faro, e até nas ilhas.
| Luís Batista (ionline) |
Sem comentários:
Enviar um comentário